Os benefícios da digitalização e gestão eletrônica de prontuários

Passados nove meses de sua formalização, a Lei 13.787 / 2018 que autoriza a digitalização e gestão eletrônica dos prontuários médicos em hospitais e clínicas tem cada vez mais demonstrado que sua criação não somente se fez necessária como também mostra seus primeiros sinais de evolução.

Embora esteja aguardando novas homologações com direcionamentos mais claros, o processo de informatização, quando estiver completo, deve gerar uma economia de aproximadamente R$ 22 bilhões, conforme expectativa do Ministério da Saúde. Dados esses que já eram previstos por algumas instituições que apostavam na efetivação desta lei.

A exemplo disso, e antecipando a tendência da legislação e prevendo os ganhos em rotinas e economia de capital que a sua operação teria, o Hospital Ministro Costa Cavalcanti, localizado em Foz do Iguaçu, no Paraná, modernizou a sua gestão ao ampliar a acessibilidade das informações aos seus pacientes.

Em 2018, o hospital implementou o serviço de Guarda Gerenciada dos documentos. Além disso, colocou em prática a utilização de um software de Gestão Eletrônica de Documentos (GED) para gerenciar informações e dados. Com mais de 100 mil prontuários organizados, o estabelecimento médico passou a controlar as buscas e consultas de documentos de pacientes e funcionários.

Um dado importante de ser ressaltado: a Lei 13.787/2018, responsável por cria regras para a digitalização, utilização e o armazenamento eletrônico de prontuários médicos em hospitais, determina que os documentos digitais reproduzam todos os dados médicos dos prontuários originais. Logo, as instituições são obrigadas a guardar os antigos prontuários por, no mínimo, 20 anos.

Outro fator interessante encontrado na lei deve-se aos documentos originais, que podem ser destruídos após a sua digitalização, vide observação do padrão ICP-Brasil para a criação de novos documentos, ou devolvidos ao paciente interessado. Vale ainda destacar que o processo de modernização das instituições previsto no texto da referida lei enfatiza especificações contidas em leis anteriores que já previam e regulavam a microfilmagem de documentos oficiais (Lei 5.433/1968).

Esta nova resolução vem auxiliando as instituições de saúde a se adequarem a uma nova realidade de integração de dados e inteligência na gestão da informação. Todo esse processo pode ser considerado um prólogo do que está por vir no campo da ciência e tecnologia voltada para o atendimento e organização dos trabalhos exercidos pelos espaços destinados ao acolhimento e tratamento dos pacientes.

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